Maria Lopes

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domingo, outubro 28, 2018

Maria Lopes e Temas Transversais e as Eleições 2018


      Maria Lopes e Temas Transversais e as Eleições 2018

        

sexta-feira, outubro 26, 2018

Maria Lopes e Temas Transversais



Maria Lopes e Temas Transversais e as Eleições de 2018
Ivan Luiz de Andrade é Professor de Geografia e Jornalista.


terça-feira, outubro 23, 2018

Maria Lopes e Temas Transversais

Maria Lopes e Temas Transversais
Eleições 1018
Imagem tirada do Facebook. 

Maria Lopes e Temas Transversais e as Eleições 2018 no Brasil


Maria Lopes e Temas Transversais e as Eleições 2018 no Brasil 

Vídeo: Prof. Ivan Luiz. 
           

Maria Lopes e Temas Transversais

Maria Lopes e Temas Transversais


WhatsApp se antecipa ao TSE, bane usuários, mas não impede que fraude se repita no segundo turno


O WhatsApp agiu mais rápido que os ministros do TSE, que supostamente são responsáveis pela lisura do processo eleitoral. Enquanto as excelências empurram o problema com a barriga, o aplicativo baniu milhares de usuários de sua rede, segundo informou à imprensa em nota.

Só que essa medida não resolve nada. O que impede o esquema de voltar a funcionar utilizando novos números e perfis? Nada. Assim como funcionou no primeiro turno pode voltar a funcionar, simplesmente porque o WhatsApp não tem como coibir o esquema ou teria feito isso já no primeiro turno. Ou eles não conseguiram perceber o movimento anormal de milhões e milhões de mensagens concentradas em um único e curto período?

Se as eleições não forem totalmente anuladas (não apenas a para presidente, mas toda ela, já que a fraude envolveu a eleição de senadores e deputados e barrou outros tantos), a únicas medida capaz de impedir os disparos de mensagens pelo aplicativo é a proibição do envio de mensagens por grupos e listas.

Um dos filhos de Bolsonaro, que teve o perfil banido, mas já reativado, pelo WhatsApp, confessou "inocentemente" que administrava milhares de grupos, apenas com seu número pessoal. Como cada grupo pode ter até 256 pessoas e milhares tanto pode significar dois mil quanto cem, duzentos, quinhentos ou até 900 mil grupos, pode-se imaginar o tamanho do esquema.


https://blogdomello.blogspot.com/2018/10/whatsapp-bane-usuarios-mas-nao-impede-que-fraude-se-repita-no-segundo-turno.html

Maria Lopes e Temas Transersais

          Maria Lopes e Temas Transversais

              A era do "óleo fácil" acabou

Em conferência no Rio, Morten Wiencke, do Programa de Colaboração em Tecnologias de Petróleo e Gás da IEA, afirma que a extração se tornará muito mais desafiadora entre 2020 e 2040







industria do petróleo vive um momento importante de transição. Se, há 25 anos, a maioria da produção (cerca de 75%) vinha de campos considerados “fáceis”, localizados em terra firme, daqui a 25 anos, o cenário será bem diferente. A estimativa é que, em 2040, cerca de um quarto do petróleo virá de fontes de fácil acesso, enquanto quase metade virá de locais onde o processo de extração é bem exigente (como na plataforma continental) e o restante, de fontes classificadas como desafiadoras (como o Ártico e as águas profundas).

A previsão consta do estudo “The Value of Closing Current Technology Gaps” (O ganho em superar atuais lacunas tecnológicas, em tradução livre), apresentado na última semana durante a Conferência sobre Tecnologia de Águas Profundas, no Rio. O trabalho também indica que os altos custos para explorar zonas marítimas, aliado ao baixo preço do petróleo, estão levando o setor a uma situação insustentável. Como saída, indica tecnologias que exercerão um papel-chave para viabilizar (ou baratear) a exploração de novos campos no futuro.
“O óleo fácil acabou”, disse Morten Wiencke, que apresentou a pesquisa a uma audiência formada por representantes de empresas como Petrobras, Shell, Statoil e GE, além de órgãos como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Wiencke é membro do Programa de Colaboração em Tecnologias de Petróleo e Gás, da IEA (Agência Internacional de Energia), que organizou a conferência em parceria com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).
Confira três tecnologias que se tornarão cruciais nessa nova etapa, segundo o estudo.
PERFURAÇÃO AUTOMATIZADA
Os maiores gastos na extração de petróleo (seja em terra, seja no mar) se referem à perfuração e construção dos poços. A automatização desses processos (substituindo mão de obra humana por robôs, por exemplo) traria mudanças significativas, tais como: mais rapidez no trabalho de perfuração, melhor desempenho nos indicadores de HSE (saúde, segurança e meio ambiente) e a possibilidade de usar equipes menores, o que reduziria os gastos com seguro, transporte e acomodação dos funcionários.
Se a perfuração fosse totalmente automatizada, ela se tornaria 30% mais barata, segundo o estudo. E seria possível reduzir o tempo de paralizações desnecessárias em 50%. Mas isso só será possível mediante o uso de sistemas que sejam capazes de ler e analisar dados em tempo real para controlar adequadamente todo o processo. 
TUBOS MAIS LEVES
Os tubos que conectam os poços de petróleo, no fundo do mar, às plataformas ou navios são chamados de risers e representam um fator fundamental da exploração offshore. De modo geral, eles são feitos de aço, mas esse material não é indicado para águas profundas, já que nesse contexto seu peso sobrecarrega a plataforma e encarece todo o sistema. De acordo com o estudo, o uso de risers feitos de um material mais leve (compósito) é um bom caminho para viabilizar a extração de petróleo em locais onde a profundidade é superior a 3.000 metros. “Esta profundidade é, atualmente, nosso limite tecnológico”, disse Wiencke.
Ainda segundo o trabalho, estima-se que exista uma quantidade de petróleo equivalente a 45 bilhões de barris 3.000m abaixo do nível do mar. Destes, cerca de 80% estão em áreas a mais de 200 quilômetros de distância da costa. O riser compósito é uma das poucas tecnologias que permitem trazer esse volume para a superfície.
FÁBRICA SUBMARINA
O estudo também destaca a importância da fábrica submarina – o conceito implica levar equipamentos para o fundo do mar para lá mesmo separar a água do óleo, enviado apenas este para a superfície. Hoje, petróleo e água são levados até a plataforma, para finalmente serem separados. E só então a água é devolvida ao mar.
A fábrica submarina possibilitaria a obtenção de mais de 100 bilhões de barris de petróleo, dos quais 45 bilhões seriam provenientes de águas ultraprofundas (mais de 3.000m de profundidade), como citado no tópico acima. O problema é que transferir funções de processamento do petróleo para o assoalho oceânico é uma tarefa bem complexa, já que lá os equipamentos seriam submetidos a condições ainda mais adversas (imagine a pressão exercida pela água).
Para dar conta destes desafios, é necessário desenvolver um ambiente mais colaborativo, disse Wiencke. “As operadoras investem US$ 10 bilhões por ano na área de pesquisa e desenvolvimento. Mas nós recebemos aquilo pelo qual pagamos? A resposta é não, porque nós não cooperamos o suficiente.”
https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Desenvolvimento/noticia/2016/03/era-do-oleo-facil-acabou.html

Maria Lopes e Temas Transversais.


           Maria Lopes e Temas Transversais

Maior desastre ambiental da história dos EUA
pode estar em andamento. 


                        UMA IMAGEM AÉREA DE UMA MANCHA DE ÓLEO NO GOLFO DO MÉXICO,
                                     tOMADA EM 28 DE ABRIL DE 2018. (FOTO: OSCAR GARCIA-PINEDA)


Uma explosão na sonda petrolífera Deepwater Horizon em 2010 deu início ao que ficou conhecido como o maior desastre ambiental dos EUA, com o vazamento de 4,9 milhões de barris de petróleo (quase 800 milhões de litros) nas águas do Golfo do México. A tragédia chamou a atenção de ambientalistas do mundo todo, que passaram a avaliar os danos para a região. No processo, viram que aquele não era o único vazamento, conforme revela o jornal Washington Post.

Descobriram que a 19 quilômetros da costa da Louisiana, uma outra plataforma estava vazando óleo constantemente. Algo entre 50 mil e 100 mil litros todos os dias desde 2004, quando o furacão Ivan afundou a plataforma de produção de petróleo da Taylor Energy.

Mas, ao contrário da Deepwater Horizon, quando o vazamento foi contido em alguns meses, a da Taylor nunca chamou tanta atenção e até hoje, 14 anos depois, contamina as águas do Golfo do México, levando muitos a acreditarem que esse sim é o maior desastre ambiental da história dos EUA.

De acordo com o jornal Washington Post, o vazamento da Taylor Energy é amplamente desconhecido fora da Louisiana por causa do esforço da empresa em mantê-lo secreto na esperança de proteger sua reputação. A empresa afirma não haver provas de que algum dos poços está vazando.

No mês passado, o Departamento de Justiça apresentou uma análise independente mostrando que o derramamento foi muito maior do que o de um a 55 barris por dia que o Centro Nacional de Resposta da Guarda Costeira dos EUA (NRC) alegou, usando dados fornecidos pela companhia petrolífera.

O autor da análise, Oscar Garcia-Pineda, consultor de geociências especializado em sensoriamento remoto de vazamento de óleo, disse que houve vários casos em que o NRC relatou estimativas baixas nos mesmos dias em que encontrava camadas pesadas de petróleo no campo. "Há evidências abundantes que apóiam o fato de que esses relatórios do NRC estão incorretos", escreveu.

Mas não fica por aí. O Golfo é uma das regiões mais ricas e produtivas de petróleo e gás do mundo, que deve render mais de 600 milhões de barris somente este ano, quase 20% da produção total de petróleo dos EUA. Outros 40 bilhões de barris ficam no subsolo, esperando para serem recuperados, dizem analistas do governo.

Cerca de 2 mil plataformas estão nas águas da Louisiana. Quase 2 mil outras estão fora da costa de seus vizinhos, Texas e Mississippi. Além disso, são mais de 80 mil quilômetros de oleodutos ativos e inativos transportando petróleo e minerais para a costa.

Para cada mil poços, há uma média de 20 descargas descontroladas de petróleo a cada ano. Um incêndio ocorre a cada três dias, em média, e centenas de trabalhadores são feridos anualmente. Em média, 330.000 galões de petróleo bruto são despejados a cada ano na Louisiana a partir de plataformas marítimas e tanques de petróleo em terra, de acordo com uma agência estatal que os monitora.

Enquanto isso, O presidente Donald Trump está propondo a expansão de arrendamentos para a indústria de petróleo e gás, com o potencial de abrir quase toda a plataforma continental externa para perfuração offshore. Isso inclui a costa do Atlântico, onde a perfuração não acontece a mais de meio século e onde os furacões atingem com o dobro da regularidade que no Golfo.

A tendência é que a camada de óleo com as cores do arco-íris que se estende por quilômetros entre a floresta de plataformas chegue ainda mais longe.



https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2018/10/maior-desastre-ambiental-da-historia-dos-eua-pode-estar-em-andamento.html